30 / 09 / 21

Lideranças sindicais de Alagoas acompanham a palestra do ministro Ônyx Lorenzoni

Responsável pelo Ministério do Trabalho, gestor falou sobre o desempenho do Governo Federal

Brasil, a retomada. Esse foi o tema da palestra conferida pelo ministro do Trabalho, Ônyx Lorenzoni, proferida hoje (30/09) no 36º Congresso Nacional do Sindicatos Empresariais (36 CNSE), realizado pelo Sindilojas Regional Bento, em Bento Gonçalves (RS). O encontro reúne dirigentes, executivos, assessores e gestores de entidades sindicais do Comércio do Brasil e conta com a participação da delegação da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Alagoas (Fecomercio AL).

Enaltecendo o Comércio e Serviços, reconhecendo neles os setores como os responsáveis pelo abastecimento do país no período mais crítico para a economia da pandemia de Covid 19, o que classificou como crise brutal em todo mundo, o ministro apresentou alguns números do Governo Federal sobe a condução de Jair Bolsonaro. Segundo Ônix Lorenzoni, desde 2019 foram cortados 30 mil cargos federais e reduzido para 23 os números de ministérios. Além disso, mais de cinco mil normas foram revogadas com o intuito de facilitar a vida dos brasileiros, o que impulsionado pela liberdade econômica, estimulou o surgimento de novos negócios numa gestão que, nas palavras do ministro, tem a marca de “1.000 dias sem corrupção”.

Discordando dos gestores públicos que decretaram o fechamento das atividades não essenciais como medida de enfrentamento ao coronavírus, Ônyx Lorenzoni disse que o governo federal disponibilizou mais de R$ 700 bilhões para o Sistema Único de Saúde (SUS), em 2020, e que, apesar dos problemas pontuais ocorridos em Manaus, o SUS manteve o pleno atendimento. Somado à cobertura vacinal e a programas como o Auxílio Emergencial, o BEM e o Pronampe, a economia vem dando resultados. “O Brasil foi o único país do mundo que, para fazer o acordo de suspensão dos contratos de trabalho, exigia a garantia do emprego pós-suspensão por igual período e é isso que está mantendo a economia”, afirmou.

O presidente da Fecomércio AL, Gilton Lima, reconhece a importância destes programas. “Alagoas ainda enfrenta os impactos econômicos decorrentes das medidas adotadas para o enfrentamento da pandemia, mas, sem dúvida, as consequências teriam sido maiores se as empresas do Comércio e de Serviços não tivessem esse recurso”, avalia.

Dados do Governo Federal aponta que o BEM assegurou a manutenção de 12 milhões de empregos, enquanto o Pronampe injetou R$ 37,5 bilhões. “Nós estamos transformando 40 anos nesses nem três anos. É muito difícil. A estrutura de poder é muito forte. Já demos muitos passos, mas podemos dar mais. A nossa bandeira jamais será vermelha”, finalizou o ministro.

Compõem a delegação de Alagoas os presidentes do Sindilojas União dos Palmares, Adeildo Sotero; do Sincadeal, Valdomiro Feitosa, juntamente com o vice-presidente José de Souza Vieira; do Sincofarma AL, José Antonio Vieira, com o vice-presidente, José Carlos Medeiros; do Sindilojas Arapiraca, Wilton Malta, com a diretora Liliane Almeida e a executiva Kledja Soares; do Sindilojas Penedo, Ana Luiza Freire; do Secovi AL, Nilo Zampieri; o conselheiro da Fecomércio, Manoel Baía; o assessor jurídico, Geraldo Pimentel; o superintendente Allan Souza; a coordenadora do Núcleo Sindical, Andressa Almeida; e secretária executiva, Cristina Faustino.

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